Tomar

Blogue sobre Tomar, a sua história e actualidade

Leonel Vicente
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FREGUESIA DE S. JOÃO BAPTISTA (II)

A nível patrimonial destacam-se o Convento de Cristo, capelas de N. Sra. da Piedade, de N. Sra. da Conceição e de S. Gregório, Seminário das Missões, Mata Nacional dos Sete Montes, Sinagoga, Igreja matriz, Igreja de S. Francisco e Capela e fonte de S. Lourenço.

Outros locais a visitar são o Parque do Mouchão e o Jardim da Várzea Pequena.

FREGUESIA DE S. JOÃO BAPTISTA (I)

Tomar-Freguesia.jpegÉ a outra das duas freguesias que constituem a cidade de Tomar, juntamente com Sta. Maria dos Olivais.

Foi formada em 12 de Dezembro de 1933, com o desdobramento em duas do que até então era apenas a freguesia de Tomar; situa-se na margem direita do rio Nabão, incluindo o Mouchão, no meio do rio, enquanto que Sta. Maria dos Olivais ocupa a margem esquerda.

Integra nomeadamente os seguintes locais: Algarvias, Cabeças, Carvalhos de Figueiredo, Casal das Sortes, Juncais de Baixo.

(via ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias)

FREGUESIA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS (V)

Nas festas e romarias, destaque para: Festa de Santa Iria (20 de Outubro – a principal festa da cidade) e Festa da Padroeira (15 de Agosto).

Nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001, os resultados foram os seguintes (com base em 6 424 votantes, num universo de 11 141 inscritos, ou seja, uma participação de 58 %):

- Câmara Municipal: PPD/PSD, 4 403; PS, 1 102; PCP-PEV, 277; BE, 244; CDS-PP, 169

- Assembleia Municipal: PPD/PSD, 3 823; PS, 1 436; PCP-PEV, 364; BE, 298; CDS-PP, 206

- Assembleia de Freguesia: PPD/PSD, 4 077 (10 mandatos); PS, 1 286 (3 mandatos); PCP-PEV, 345; BE, 267; CDS-PP, 166

FREGUESIA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS (IV)

As principais actividades económicas são a agricultura (tipo familiar), indústria de madeiras e aglomerados, pequeno e médio comércio e serviços.

Na gastronomia, referência para o cabrito assado, morcela de arroz com grelos, couves à D. Prior, arroz de lampreia, fatias de Tomar, “Beija-me Depressa” e queijadas de Tomar.

As colectividades da freguesia são: Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, Associação de Cultura Canto Firme de Tomar, Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Minjoelho, Centro Recreativo Cultural e Desportivo de Valdonas, Sociedade Columbófila de Tomar e Associação de Pesca do Rio.

FREGUESIA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS (III)

A Igreja do Convento de Santa Iria apresenta também elementos de grande importância histórica e artística, como a porta de entrada e a capela fronteira à mesma, consideradas imóvel de interesse público.

Do Convento, pouco resta hoje em dia: uma fachada metida no rio, onde se pode ver um símbolo agrícola, o nicho de Santa Iria e o arco que se abre à entrada da rua do mesmo nome.

Refere o “Inventário Artístico de Portugal” em relação à fundação do Convento: “O que subsiste da vetusta clausura que é legítimo supor precedesse a fundação do castelo dos Templários, pela anterior integração tradicional na lenda de Santa Iria, além do templo totalmente transfigurado no quinhentismo, e dos restos do mosteiro, da mesma forma transformado por sucessivas obras, é, possívelmente, o Pego, que marca a génese da lenda e onde, num nicho, se abriga a imagem da santa. (…) A clausura de Santa Iria foi fundada por Mécia Vaz de Queirós, viúva de Pedro Vaz de Almeida, vedor do Infante D. Henrique, em 1523, que nela se recolheu com as suas filhas”.

FREGUESIA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS (II)

A Igreja Paroquial de Santa Maria dos Olivais é monumento nacional, construído provavelmente no século XII, albergando os túmulos dos primeiros mestres da Ordem dos Templários, de Gualdim Pais a D. Lourenço Martins.

A fachada principal da igreja, marcada por três corpos, ostenta uma imponência arquitectónica invejável. O corpo central, firmado entre dois outros, maiores, apresenta um pórtico formado por arquivoltas assentes em capitéis rudes. Nos corpos laterais, rasgam-se duas janelas trilobadas de duplo espelho.

Interiormente, o templo tem três naves em cinco tramos, com os arcos erguendo-se de feixes de colunas de secção poligonal. Uma igreja, em suma, que é um orgulho para todos os tomarenses.

Como bem demonstrava o n.º 0 do Boletim Informativo da Junta de Freguesia: “Primeira sede de Freguesia, tornada matriz de todas as igrejas de África, Ásia e das Américas, na época dos descobrimentos; a capelinha que aí existia foi mais tarde ampliada e reconstruída, conservando no entanto, uma bela fachada gótica, a enorme rosácea, com o signus salomonis, símbolo dos cavaleiros templários e o seu famoso panteão”.

FREGUESIA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS (I)

Tomar-Freguesia.jpegÉ uma das duas freguesias que constituem a cidade de Tomar, juntamente com S. João Baptista.

Foi formada em 12 de Dezembro de 1933, com o desdobramento em duas do que até então era apenas a freguesia de Tomar; situa-se na margem esquerda do rio Nabão, enquanto que S. João Baptista ocupa a margem direita, incluindo o Mouchão, no meio do rio.

A actual cidade de Tomar provém de um agrupamento populacional romano, denominado Sellium.

Conquistada aos mouros em 1147, por D. Afonso Henriques, foi doada aos Templários doze anos depois.

D. Gualdim Pais deu-lhe foral em 1162, como D. Manuel em 1510. Foi elevada a cidade em 1844. Entretanto, já D. Dinis fundara a Ordem de Cristo em Tomar, depois do desaparecimento dos Templários.

Integra nomeadamente os seguintes locais: Alvito, Calçadas, Carvalheiros, Marmelais e Valdonas.

A nível patrimonial destacam-se a Igreja de Santa Maria dos Olivais, Capela de Santa Marta, Capela de Santo António, Capela de Santa Iria, ponte de Peniche e Convento.

(via ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias)

FREGUESIA DE SABACHEIRA (V)

Nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001, os resultados foram os seguintes (com base em 722 votantes, num universo de 1 144 inscritos, ou seja, uma participação de 63 %):

- Câmara Municipal: PPD/PSD, 374; PS, 234; CDS-PP, 67; PCP-PEV, 11; BE, 7

- Assembleia Municipal: PPD/PSD, 310; PS, 279; CDS-PP, 73; PCP-PEV, 14; BE, 10

- Assembleia de Freguesia: PS, 369 (5 mandatos); PPD/PSD, 228 (3 mandatos); CDS-PP, 98 (1 mandato)

FREGUESIA DE SABACHEIRA (IV)

Na gastronomia, destaca-se a sopa de salsa.

No artesanato, referência para tapeçaria (mantas), olaria e latoaria.

As colectividades da freguesia são: Grupo Desportivo e Recreativo dos Lugares Unidos (Suimo, Casalinho, Barrio, Sobral e Casal da Brava), Grupo Desportivo e Recreativo Serras da Sabacheira, Clube Recreativo e Cultural da Freguesia de Sabacheira e Grupo Desportivo Recreativo e de Caça da Sabacheira.

As Festas e Romarias celebram-se: Festa da Padroeira (8 de Dezembro), Festas das Serras (1.º quinzena de Junho), Festa no lugar do Suimo (1.º domingo de Agosto) e Festa na Sabacheira (5 de Outubro).

FREGUESIA DE SABACHEIRA (III)

Para além da Igreja matriz, a nível de património, destacam-se ainda as capelas de N. Sra. da Piedade, de Santa Marta, de N. Sra. dos Remédios e de Santo António, moinhos de vento e água, estrada e ponte romana, grutas da Cacinheira, túnel da estação dos caminhos-de-ferro e Capela da quinta de Vale de Lobos.

Realce também para as Termas do Agroal (aludindo o topónimo Água Boa às miríficas propriedades das suas águas) e captação de águas da Mendacha.

As principais actividades económicas são a agricultura, pecuária, carpintaria, estofos, quadros e molduras, transformação de madeira, extracção de pedra, construção civil, comércio e serviços.