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	<title>Tomar &#187; Literatura</title>
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	<description>Blogue sobre Tomar, a sua história e actualidade</description>
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		<title>José Saramago &#8211; 1922-2010</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 14:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[
Natural da aldeia de Azinhaga (concelho da Golegã), onde nasceu a 16 de Novembro de 1922, José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998, e também distinguido com o “Prémio Camões” (em 1995), faleceu hoje, aos 87 anos, na ilha de Lanzarote (Canárias), em Espanha, onde residia há vários anos.
Escritor tardio (não obstante ter publicado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://memoriavirtual.net/wp-content/uploads/SARAMAGO-PREMIO-NOBEL-1998.jpg" alt="" width="294" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">Natural da aldeia de Azinhaga (concelho da Golegã), onde nasceu a 16 de Novembro de 1922, <a href="http://www.josesaramago.org/" target="_blank">José Saramago</a>, Prémio Nobel da Literatura em 1998, e também distinguido com o “Prémio Camões” (em 1995), faleceu hoje, aos 87 anos, na ilha de Lanzarote (Canárias), em Espanha, onde residia há vários anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Escritor tardio (não obstante ter publicado o primeiro livro, “Terra do Pecado”, em 1947), da sua obra destacam-se os romances: <em>Manual de Pintura e Caligrafia</em>(1977), <em>Levantado do Chão</em> (1980), <em>Memorial do Convento</em> (1982), <em>O Ano da Morte de Ricardo Reis</em> (1984), <em>A Jangada de Pedra</em> (1986), <em>História do Cerco de Lisboa</em>(1989), <em>O Evangelho Segundo Jesus Cristo</em> (1991), <em>Ensaio Sobre a Cegueira</em>(1995), <em>Todos os Nomes</em> (1997), <em>Ensaio Sobre a Lucidez</em> (2004), <em>As Intermitências da Morte</em> (2005), <em>A Viagem do Elefante</em> (2008) e <em>Caim</em> (2009).</p>
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		<title>Apresentação de Jesusalém, de Mia Couto</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 08:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[
Amanhã, dia 21 de Julho, pelas 18 horas, será apresentada, na Biblioteca Municipal de Tomar, a mais recente obra do escritor moçambicano Mia Couto, &#8220;Jesusalém&#8221;.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p2EsCah4mgU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/p2EsCah4mgU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã, dia 21 de Julho, pelas 18 horas, será apresentada, na Biblioteca Municipal de Tomar, a mais recente obra do escritor moçambicano Mia Couto, &#8220;Jesusalém&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Epopeia Templária e Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 07:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[

A vasta bibliografia dedicada à Ordem do Templo, no estrangeiro e em Portugal, mesmo a que privilegia a objectividade histórica, raramente prescinde do recurso ao imaginário esotérico para tentar explicar os seus aspectos obscuros ou lendários. Ora, a realidade documentada da gesta templária é, por si só, tão fascinante que dispensa lucubrações herméticas e divagações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://tomar-actual.net/wp-files/convite1.jpg"></center></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A vasta bibliografia dedicada à Ordem do Templo, no estrangeiro e em Portugal, mesmo a que privilegia a objectividade histórica, raramente prescinde do recurso ao imaginário esotérico para tentar explicar os seus aspectos obscuros ou lendários. Ora, a realidade documentada da gesta templária é, por si só, tão fascinante que dispensa lucubrações herméticas e divagações mais ou menos fantasiosas. Este livro, tentando aclarar aspectos relevantes dalinguagem simbólica, cara ao medievalismo ocidental, pretende, fundamentalmente, evidenciar o importante contributo dos freires-cavaleiros da Ordem do Templo para a formação de Portugal e para a Reconquista cristã do território da Península Ibérica, bem como adecisiva acção da Ordem de Cristo, sua sucessora, na empresa dos Descobrimentos.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo &#8211; Excerto (III)</title>
		<link>http://tomar-actual.net/2008/04/cultura/usos-e-cerimonias-da-nossa-ordem-de-cristo-excerto-iii/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 07:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quando haja alguma ocupação antes ou depois da Missa, a saber: Procissão, Profissão, Comunhão ou qualquer outra ocupação fora do ordinário, ou o Padre Dom Prior faça Pontifical, o Sacristão ou o Reverendo das Cerimónias comunicará com o Prelado quando se há-de tanger a hora antes da Missa.
As vésperas se dirão às 3 horas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;Quando haja alguma ocupação antes ou depois da Missa, a saber: Procissão, Profissão, Comunhão ou qualquer outra ocupação fora do ordinário, ou o Padre Dom Prior faça Pontifical, o Sacristão ou o Reverendo das Cerimónias comunicará com o Prelado quando se há-de tanger a hora antes da Missa.</p>
<p align="justify">As vésperas se dirão às 3 horas da Páscoa até à Exaltação da Cruz de Setembro, exclusive, e deste dia até ao mesmo da Páscoa se dirão às 2 horas; excepto na Quaresma, que se dirão imediatamente depois da Missa do dia, e nas Domingas da Quaresma se dirão depois de se tanger à pregação, havendo sermão à tarde, ao qual se tangerá o sino Meão à uma hora depois do meio-dia.</p>
<p align="justify">As Completas se dirão às 7 horas e meia da tarde, da Páscoa até à véspera da Cruz de Setembro, inclusive, excepto nos dias que se cantarem, que se dirão às 7 horas; em o mais tempo às 5 e meia, o mesmo será na Quaresma quando sejam dias grandes e parecer ao Prelado; nas Domingas da Quaresma se dirão imediatamente acabado o sermão. Sucedendo caso que todas estas cosas, ou algumas delas, se não possam dizer nos tempos aqui declarados, os Prelados, com seus deputados, ordenarão como convier a tal necessidade, havendo de durar mais de um mês; mas por menos tempo o Prelado o poderá fazer por si só.&#8221;</p>
<p><em>(&#8220;Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo&#8221;, José Medeiros, Ed. Zéfiro)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo &#8211; Excerto (II)</title>
		<link>http://tomar-actual.net/2008/04/literatura/usos-e-cerimonias-da-nossa-ordem-de-cristo-excerto-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 16:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A Sexta em dias simples feriais e Sábados de N. Senhora se diz antes da Missa Conventual e se tangerá a ela um quarto depois da hora que se tange a Terça antes da Missa; porém, em dias de jejum e quando se diga Missa solene de defuntos, dir-se-á com a Prima a Terça.
A Noa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;A Sexta em dias simples feriais e Sábados de N. Senhora se diz antes da Missa Conventual e se tangerá a ela um quarto depois da hora que se tange a Terça antes da Missa; porém, em dias de jejum e quando se diga Missa solene de defuntos, dir-se-á com a Prima a Terça.</p>
<p align="justify">A Noa se dirá da Páscoa até à Santa Cruz de Setembro exclusive, ao meio-dia; e da Santa Cruz até à Quinquagésima, Domingas do Advento e Quaresma e quando no Verão se saia da refeição do jantar dadas onze horas, ou pouco antes, parecendo ao que preside se dirá a Noa, onde ordinariamente se dão as graças; elas acabadas se tangerá a Noa o sino ordinário, quando se faz sinal à mesa segunda em dias de jejum, e quando se faça ofício solene de defuntos se dirá a Noa antes da Missa Conventual, conforme ao tempo.&#8221;</p>
<p align="justify"><em>(&#8220;Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo&#8221;, José Medeiros, Ed. Zéfiro)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo &#8211; Excerto (I)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 07:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Capítulo 1º

A que hora e por que ordem se faz o ofício Divino.

&#8220;As Matinas se dizem por todo o ano à meia-noite excepto dia de Natal, Sexta-feira e Sábado Santos e dia de Páscoa da Ressurreição, que se dizem às horas que em seu lugar se verá. A Prima se dirá às 5 horas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Capítulo 1º</strong></p>
<p><strong></p>
<p align="center">A que hora e por que ordem se faz o ofício Divino.</p>
<p></strong></p>
<p align="justify">&#8220;As Matinas se dizem por todo o ano à meia-noite excepto dia de Natal, Sexta-feira e Sábado Santos e dia de Páscoa da Ressurreição, que se dizem às horas que em seu lugar se verá. A Prima se dirá às 5 horas e meia da manhã, da primeira Dominga da Quaresma até à Santa Cruz de Setembro exclusive; e da Santa Cruz até dia dos finados se dirá às 6 horas. De dia dos finados inclusive até dia de Nossa Senhora das Candeias exclusive se dirá às 6 e meia e de dia das Candeias até a primeira Dominga da Quaresma exclusive se dirá às 6 horas como dantes. A hora em que se diz imediata, antes da Missa do dia, será às 8 horas da primeira Dominga da Quaresma até Santa Cruz de Setembro exclusive, advertindo o Sacristão que nos dias feriais da Quaresma mandará tanger às 9 horas e meia e nos dias de jejum às 10 pela roda do ano e do dia da Exaltação da Cruz por diante se dirá às 9 horas em dias simples feriais e sábados de N. Senhora se dirá a Terça com a Prima.&#8221;</p>
<p align="justify"><em> (&#8220;Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo&#8221;, José Medeiros, Ed. Zéfiro)</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[É lançada este Sábado (pelas 19 horas) no Convento de Cristo (&#8220;Sala das Talhas&#8221;) a obra &#8220;Usos e  Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo&#8221;, editada pela Zéfiro, com apresentação de José Medeiros.
Esta obra constitui um documento inédito sobre a Ordem de Cristo – revelando, com grande detalhe, o dia-a-dia dos freires desta Ordem – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://tomar-actual.net/wp-files/capa_usosecerimonias.jpg" alt="Usos e Cerimónias da Nossa Ordem e Cristo" align="left" height="175" />É lançada este Sábado (pelas 19 horas) no Convento de Cristo (&#8220;Sala das Talhas&#8221;) a obra &#8220;Usos e  Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo&#8221;, editada pela Zéfiro, com apresentação de José Medeiros.</p>
<p align="justify">Esta obra constitui um documento inédito sobre a Ordem de Cristo – revelando, com grande detalhe, o dia-a-dia dos freires desta Ordem – pela primeira vez publicado, desde a sua edição original em 1741.</p>
<p align="justify">Para além da transcrição do manuscrito, esta obra contém uma breve história da Ordem de Cristo, a sua cronologia pormenorizada, um glossário, bem como um estudo dos Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo, da autoria de José Medeiros &#8211; permitindo imaginar como seria a vivência diária dos freires de Cristo, no Convento de Tomar, depois da reforma ordenada por D. João III, e que se deve ter mantido sem grandes alterações até à extinção das ordens monásticas em Portugal, ordenada por D. Pedro IV em 1834.</p>
<p align="justify">Pode consultar o <a href="http://www.zefiro.pt/pdf/indice_usosecerimonias.pdf" target="_blank">índice da obra</a>&#8230; e, também, <a href="http://www.zefiro.pt/pdf/excerto_usosecerimonias.pdf" target="_blank">ler um excerto</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Convento de Cristo, O Codex 632, e o Ciberescritas</title>
		<link>http://tomar-actual.net/2008/04/blogosfera/convento-de-cristo-o-codex-632-e-o-ciberescritas/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 10:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado mês de Março, José Rodrigues dos Santos, autor do livro &#8220;O Codex 632&#8221; visitou, juntamente com um grupo de jornalistas americanos, os locais de acção da obra, desde o Convento de Cristo à Quinta da Regaleira em Sintra, passando pelo Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Padrão dos Descobrimentos.
Isabel Coutinho, autora do novel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No passado mês de Março, José Rodrigues dos Santos, autor do livro &#8220;<a target="_blank" href="http://tomar-actual.net/?s=codex+632">O Codex 632</a>&#8221; visitou, juntamente com um grupo de jornalistas americanos, os locais de acção da obra, desde o Convento de Cristo à Quinta da Regaleira em Sintra, passando pelo Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Padrão dos Descobrimentos.</p>
<p align="justify">Isabel Coutinho, autora do novel blogue <a target="_blank" href="http://ciberescritas.wordpress.com/">Ciberescritas</a>, fez a <a target="_blank" href="http://static.publico.clix.pt/docs/cultura/oVenturoso.pdf">reportagem para o jornal <em>Público</em></a>, tendo preparado também um vídeo com imagens das visitas:</p>
<p><center><object width="340" height="284"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Kq_919jtL0Q&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Kq_919jtL0Q&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="340" height="284"></embed></object></center></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“GUERREIROS DE CRISTO” (XIII)</title>
		<link>http://tomar-actual.net/2007/03/cultura/%e2%80%9cguerreiros-de-cristo%e2%80%9d-xiii/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2007 08:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A perseguição não atingiu da mesma maneira os templários de toda a Europa. Fora de França, a tortura foi menos usada para extrair confissões aos cavaleiros. Por isso, pode supor-se que foi com a honra intacta que alguns deles ingressaram na nova ordem criada por D. Dinis em 1318: a Ordem de Cristo.
Na realidade, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;A perseguição não atingiu da mesma maneira os templários de toda a Europa. Fora de França, a tortura foi menos usada para extrair confissões aos cavaleiros. Por isso, pode supor-se que foi com a honra intacta que alguns deles ingressaram na nova ordem criada por D. Dinis em 1318: a Ordem de Cristo.</p>
<p align="justify">Na realidade, não há consenso entre os historiadores sobre a composição da nova confraria: para alguns, os templários portugueses (presentes no país desde os tempos de Hugo de Payns) teriam simplesmente adoptado uma nova designação. De qualquer maneira, a Ordem de Cristo herdou todas as propriedades e fortalezas da sua antecessora, assim como os votos de pobreza, castidade e obediência (ao rei de Portugal, que obviamente sabia o que fazia).</p>
<p align="justify">Ao longo do século seguinte, os consideráveis recursos militares e económicos da ordem, que passou a ser comandada pelo Infante D. Henrique, foram direccionados para a expansão marítima portuguesa, que começava a ganhar impulso. A Ordem de Cristo teria soberania sobre os territórios que conquistasse em África e receberia a vintena (cinco por cento) do valor de todos os bens importados das novas terras.</p>
<p align="justify">Novas mudanças libertaram os cavaleiros do seu voto de castidade e pobreza, permitindo que nobres como Pedro Álvares Cabral e Vasco da Gama se tornassem membros da Ordem de Cristo. Os navios que reconheceram a costa de África e descobriram o Brasil e o caminho marítimo para a Índia levavam nas suas velas o emblema da confraria, aparentemente uma versão modificada da antiga cruz templária.</p>
<p align="justify">Foi no castelo de Tomar, fundado pelo templário Gualdim Pais, que se instalou a sede da Ordem de Cristo.&#8221;</p>
<p><em>Revista “Super Interessante”, nº 97, Maio de 2006</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“GUERREIROS DE CRISTO” (XII)</title>
		<link>http://tomar-actual.net/2007/03/cultura/%e2%80%9cguerreiros-de-cristo%e2%80%9d-xii/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 08:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonel Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mesmo extintos, os templários ainda dariam origem a mais uma lenda: a de que a perseguição apenas fez os membros mais importantes sair de cena e continuar a promover em segredo os seus interesses místicos. Para isso, ter-se-iam ligado ao Priorado do Sião, uma ordem que permaneceria até aos nossos dias e que teria tido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;Mesmo extintos, os templários ainda dariam origem a mais uma lenda: a de que a perseguição apenas fez os membros mais importantes sair de cena e continuar a promover em segredo os seus interesses místicos. Para isso, ter-se-iam ligado ao Priorado do Sião, uma ordem que permaneceria até aos nossos dias e que teria tido, entre os seus líderes, o pintor Leonardo da Vinci e o físico Isaac Newton. O grupo guardaria os principais segredos da origem do cristianismo, como o Graal e a linhagem de supostos descendentes de Jesus e Maria Madalena.</p>
<p align="justify">A história, divulgada em livros como O Código Da Vinci, é uma das principais responsáveis pelo renascimento do interesse nos templários. O problema é que são poucos os documentos que provem a existência do Priorado de Sião e não há um único que o ligue aos templários. Para os historiadores sérios, não faz sentido.</p>
<p align="justify">Porém, o fim dos templários não foi desprovido de drama e mistério. Na cadeia, Jacques de Molay e o seu companheiro Geoffroy de Charney tiveram um último gesto de coragem: renegaram a sua confissão de heresia e pereceram na fogueira em 1314.</p>
<p align="justify">Reza a lenda que Jacques de Molay convocou o rei e o papa a comparecerem diante do tribunal de Deus antes de o ano terminar. Pelos vistos, a praga era boa: Filipe, o Belo, e Clemente V morreram antes do fim do ano.&#8221;</p>
<p><em>Revista “Super Interessante”, nº 97, Maio de 2006</em></p>
<p>Para saber mais:<br />
- The New Knighthood &#8211; A History of the Order of the Temple, Malcolm Barber, Cambridge University Press, Reino Unido, 1995<br />
- Ordem do Templo &#8211; Em Nome da Fé Cristã, Pedro Silva, Ulmeiro, 2000<br />
- <a target="_blank" href="http://faculty.smu.edu/bwheeler/chivalry/bernard.html">http://faculty.smu.edu/bwheeler/chivalry/bernard.html</a> &#8211; Carta de Bernardo de Claraval a Hugo de Payns</p>
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