Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo - Excerto (III)
“Quando haja alguma ocupação antes ou depois da Missa, a saber: Procissão, Profissão, Comunhão ou qualquer outra ocupação fora do ordinário, ou o Padre Dom Prior faça Pontifical, o Sacristão ou o Reverendo das Cerimónias comunicará com o Prelado quando se há-de tanger a hora antes da Missa.
As vésperas se dirão às 3 horas da Páscoa até à Exaltação da Cruz de Setembro, exclusive, e deste dia até ao mesmo da Páscoa se dirão às 2 horas; excepto na Quaresma, que se dirão imediatamente depois da Missa do dia, e nas Domingas da Quaresma se dirão depois de se tanger à pregação, havendo sermão à tarde, ao qual se tangerá o sino Meão à uma hora depois do meio-dia.
As Completas se dirão às 7 horas e meia da tarde, da Páscoa até à véspera da Cruz de Setembro, inclusive, excepto nos dias que se cantarem, que se dirão às 7 horas; em o mais tempo às 5 e meia, o mesmo será na Quaresma quando sejam dias grandes e parecer ao Prelado; nas Domingas da Quaresma se dirão imediatamente acabado o sermão. Sucedendo caso que todas estas cosas, ou algumas delas, se não possam dizer nos tempos aqui declarados, os Prelados, com seus deputados, ordenarão como convier a tal necessidade, havendo de durar mais de um mês; mas por menos tempo o Prelado o poderá fazer por si só.”
(”Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, José Medeiros, Ed. Zéfiro)
